segunda-feira, 24 de junho de 2013
Andam todos com os dedos empenados
Temos visitantes de todo o mundo e são mesmo muitos. Mas a maioria é de Portugal, mas ninguém deixa um cometário. Andam todos com os dedos empenados
segunda-feira, 17 de junho de 2013
"grande-HOMEM-pequeno-soldado"
A guerra terminou ontem
mas ainda há batalhas
dentro no peito que estão reclamando herois” ―
Carlos Drummond de Andrade, Brejo Das Almas
mas ainda há batalhas
dentro no peito que estão reclamando herois” ―
Carlos Drummond de Andrade, Brejo Das Almas
domingo, 13 de janeiro de 2013
sábado, 29 de dezembro de 2012
Cronologia da guerra colonial de 61
Embarcaram para Angola, em 1962, o Batalhão 357 com cinco Companhias de Caçadores Especiais cujos comandantes receberam instrução no CIOE – Centro de Instrução de Operações Especiais. Os instrutores do CIOE eram oficiais e sargentos alguns com formação obtida além-fronteiras e conhecedores das envolventes da luta anti-guerilha, com passagem prolongada por centros de instrução e treinos conjuntos com forças estrangeiras nomeadamente em França e na Argélia, Espanha e nos Estados Unidos.
Durante 26 meses de comissão as baixas do batalhão 357 totalizaram vinte quatro feridos em acções de combate morreram 7 militares.
Durante 26 meses de comissão as baixas do batalhão 357 totalizaram vinte quatro feridos em acções de combate morreram 7 militares.
quarta-feira, 28 de novembro de 2012
As guerras trazem consigo um desabar vertical
As guerras trazem consigo um desabar vertical, um homicida cruel, um barbarismo feroz das leis injustas dum mundo que nasceu imperfeito, um mundo que encerra os mortos e a mata.
Aprendi!... Que as grades potências devem-se unir na paz, nas tecnologias e trabalharem juntos sem intersecções nacionalistas.
As guerras deixam traumas incuráveis nas pessoas. Quando uma guerra acaba começa outra numa outra parte do mundo.
As guerras lutar pelas ideias dos outros… matar pela ganância e a ingenuidade dos outros… lutar pelas terras dos outros… mutilar pela estupidez dos outros… matar para que não nos matem… combater e morrer pelas lavagens que nos fazem ao cérebro…. O homem é lobo do homem!
sexta-feira, 2 de novembro de 2012
4 Fev - Ataque a uma prisão e a uma esquadra da policia em
Luanda por forças do MPLA marcando este ataque o início oficial da guerra de
libertação e independência de Angola.
Esse ataque de que
resultaram alguns mortos, a que se seguiram os ataques sangrentos no norte de
Angola a fazendas e povoações levados a cabo pela UPA, forçou o Governo do
Estado Novo em Lisboa a disponibilizar para Angola o primeiros contingentes
militares da Metrópole, a fim de reforçar o dispositivo militar na colónia.
É deste contexto que
surgiu a célebre frase de Oliveira Salazar: "Para Angola, rapidamente em
Força
Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA)
Movimento Popular de
Libertação de Angola (MPLA)
União Nacional para a
Independência Total de Angola (UNITA)
Frente de Libertação
do Enclave de Cabinda (FLEC
A Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) é um
movimento político fundado em 1957[1], com o nome de União das Populações do
Norte de Angola (UPNA), assumindo em 1958 o nome de União das Populações de
Angola (UPA). Em 1961, a UPA e um outro grupo anti-colonial, o Partido
Democrático de Angola (PDA), constituíram conjuntamente a FNLA [2]
O FNLA foi um dos
movimentos nacionalistas angolanos durante a guerra anticolonial de 1961 a
1974, juntamente com o MPLA e a UNITA. No processo de descolonização de Angola,
em 1974/1975, bem como na Guerra Civil Angolana de 1975 a 2002, combateu o MPLA
ao lado da UNITA. Desde 1991 é um partido político cuja importância tem vindo a
diminuir drasticamente, em função dos seus fracos resultados nas eleições
legislativas de 1992, 2008 e 2012.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
Somos veterano de guerra esquecido em algures do País
Diante do
trono de Deus argumento-me como veteranos de guerra esquecidos em algures do
País exposto ao sol, no pensamento escalando as montanhas dos nossos sonhos,
como se nunca fosse dar de cara com o nosso semblante. Onde foi que nós erramos
para que o governo português nos abandonasse assim, onde foi que o povo se
esqueceu de tudo que aprendeu. Onde foi que trocaram amor pelo ódio mortal,
matas incendiada destruído o oxigénio que nós respiramos. Onde, foi que nossa
natureza maléfica corre em fúria pelo rio abaixo e nunca mais parou de galgar a
terra. Deletaram memórias preciosas que em outro tempo faziam justiça. Olho
ruas, casas, carros e nem vejo mais pessoas, as ruas e jardins públicos
floridos pela alegria livre de viver permutou-se superfícies que engolem as lojas
tradicionais. O comércio livre das grades e portões eletrônicos. A distância
entre as pessoas é enorme pela desconfiança, cordas invisíveis que dominam o
povo muros e arame farpado que dividem terrenos, de posse e vaidade, leio e
penso em ruas povoadas por humanos e não por autómatos.
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