quinta-feira, 24 de março de 2011

O nosso Rebenta Minas




Este rebenta minas foi desenhado e construído por oficiais do nosso sector. As minas tirou muitas vidas, só os mortos é que viram o fim da guerra.

Quando eu digo “o nosso Rebenta Minas”, quero-me referir ao nosso Batalhão.

O rebenta minas da 307 estava montado numa GMC, mas como nós não temos uma foto no Rebenta Minas da 307, tivemos o atrevimento de publicar o Rebenta da 306.

Há um camarada da 306 que ficou irritado por nós aplicar a frase o “NOSSO REBENTA MINAS”, na verdade ele era nosso, quando se diz nosso, queremos referir ao Batalhão.

Como é que o mundo pode viver em Paz, se nós próprios criamos conflitos no seio familiar

A família é a sociedade em miniatura

quinta-feira, 17 de março de 2011

Sem amor, não poderíamos sobreviver.
Os seres humanos são criaturas sociais,
e sentir-se valorizado pelos outros é a própria base da vida.
Dalai Lama

Lieblingszitate <>É mais fácil ver os erros dos outros que os próprios; é muito difícil enxergar os próprios defeitos. Espalham-se os defeitos dos outros como palha ao vento, mas escondem-se os próprios erros como um jogador trapaceiro.

Buda Gautama Sakyamuni


quinta-feira, 10 de março de 2011

Onde pereceram muitos irmãos de sangue

Citado:

O objectivo deste Blogo é não deixar cair no esquecimento, a história de mais de uma década de guerra, onde pereceram muitos irmãos de sangue...sangue esse que ajudou a tornar ainda mais vermelha a terra calcorreada por milhares de jovens.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Não são os outros que rugem, que me querem matar a sede

Durante a minha vida, até aos 19 anos não usei a força, mas sim a inteligência! Entrei no exército fui para a guerra usei a força sem eu a querer exercer. Sai do exercito fiquei traumatizado, só dor e sofrimento, aos trinta cinco anos removi as pedras que estavam na minha alma e no meu caminho. Assim como as pedras são polidas por pessoas, pela guerra e pelo tempo, as provações tornara-me mais homem e brilhante. O grito dos outros é o melhor argumento para que não tenham razão. Os estudantes da Universidade Técnica der Berlim e o Budistas do Japão e do Tibete ensinaram-me a sobreviver sobre essas pedrinhas. Não são os outros que rugem, que me querem matar a sede mas sim as fontes que cantam nos campos viçosos.


A maior importância está em viver o momento presente, que é o gerador do amanhã. Não quero ser escravo do ontem, sim estou aqui e agora, que por mim só estabeleço o amanhã.

Carlos Pombo