quarta-feira, 28 de novembro de 2012

As guerras trazem consigo um desabar vertical




As guerras trazem consigo um desabar vertical, um homicida cruel, um barbarismo feroz das leis injustas dum mundo que nasceu imperfeito, um mundo que encerra os mortos e a mata.

Aprendi!... Que as grades potências devem-se unir na paz, nas tecnologias e trabalharem juntos sem intersecções nacionalistas. 

As guerras deixam traumas incuráveis nas pessoas. Quando uma guerra acaba começa outra numa outra parte do mundo. 

As guerras lutar pelas ideias dos outros… matar pela ganância e a ingenuidade dos outros… lutar pelas terras dos outros… mutilar pela estupidez dos outros… matar para que não nos matem… combater e morrer pelas lavagens que nos fazem ao cérebro…. O homem é lobo do homem!

sexta-feira, 2 de novembro de 2012


4 Fev - Ataque a uma prisão e a uma esquadra da policia em Luanda por forças do MPLA marcando este ataque o início oficial da guerra de libertação e independência de Angola.
 Esse ataque de que resultaram alguns mortos, a que se seguiram os ataques sangrentos no norte de Angola a fazendas e povoações levados a cabo pela UPA, forçou o Governo do Estado Novo em Lisboa a disponibilizar para Angola o primeiros contingentes militares da Metrópole, a fim de reforçar o dispositivo militar na colónia.
 É deste contexto que surgiu a célebre frase de Oliveira Salazar: "Para Angola, rapidamente em Força

Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA)
 Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA)
 União Nacional para a Independência Total de Angola (UNITA)
 Frente de Libertação do Enclave de Cabinda (FLEC

A Frente Nacional de Libertação de Angola (FNLA) é um movimento político fundado em 1957[1], com o nome de União das Populações do Norte de Angola (UPNA), assumindo em 1958 o nome de União das Populações de Angola (UPA). Em 1961, a UPA e um outro grupo anti-colonial, o Partido Democrático de Angola (PDA), constituíram conjuntamente a FNLA [2]
 O FNLA foi um dos movimentos nacionalistas angolanos durante a guerra anticolonial de 1961 a 1974, juntamente com o MPLA e a UNITA. No processo de descolonização de Angola, em 1974/1975, bem como na Guerra Civil Angolana de 1975 a 2002, combateu o MPLA ao lado da UNITA. Desde 1991 é um partido político cuja importância tem vindo a diminuir drasticamente, em função dos seus fracos resultados nas eleições legislativas de 1992, 2008 e 2012.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Somos veterano de guerra esquecido em algures do País


Diante do trono de Deus argumento-me como veteranos de guerra esquecidos em algures do País exposto ao sol, no pensamento escalando as montanhas dos nossos sonhos, como se nunca fosse dar de cara com o nosso semblante. Onde foi que nós erramos para que o governo português nos abandonasse assim, onde foi que o povo se esqueceu de tudo que aprendeu. Onde foi que trocaram amor pelo ódio mortal, matas incendiada destruído o oxigénio que nós respiramos. Onde, foi que nossa natureza maléfica corre em fúria pelo rio abaixo e nunca mais parou de galgar a terra. Deletaram memórias preciosas que em outro tempo faziam justiça. Olho ruas, casas, carros e nem vejo mais pessoas, as ruas e jardins públicos floridos pela alegria livre de viver permutou-se superfícies que engolem as lojas tradicionais. O comércio livre das grades e portões eletrônicos. A distância entre as pessoas é enorme pela desconfiança, cordas invisíveis que dominam o povo muros e arame farpado que dividem terrenos, de posse e vaidade, leio e penso em ruas povoadas por humanos e não por autómatos.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Alguns camaradas dizem que os meus escritos e poemas são tristes e que transmite tristeza aos outros... quem souber fazer melhor do que eu então faça mas não exigem aos outros para fazerem melhor, Já alguém viu 24 horas de guerra, os nossos camaradas nos confrontos a dançar e a cantar de alegria com o inimigo? Eu não! Alem disso eu, sou um escritor e poeta que veio das entranhas do povo escreve aquilo que me vem na alma… Um poeta ou um pintor de arte não está programado por outros para poetar ou para pintar. Nunca gostei e não gosto da vida militar e nem tão pouco de guerras. Muitas pessoas só gostam de ouvir o que é bom.

Se eu pudesse deixar algum presente a vocês, deixaria o aceso ao sentimento de amor à vida dos seres humanos. A consciência de aprender tudo o que nos foi ensinado pelo tempo a fora. Lembraria os erros que foram cometidos, como sinais para que não mais se repetissem. A capacidade de escolher novos rumos. Deixaria para você, se pudesse, o respeito, aquilo que é indispensável: além do pão, o trabalho e a ação. E, quando tudo faltasse, para você eu deixaria, se pudesse, um segredo. O de buscar no interior de si mesmo a resposta para encontrar a saída. Mahatma ghandi

Eu quando fundei este blog foi para todos e não para mim.

Se houver alguém do Batalhão 357 ou da companhia que queira administrar este blog façam favor. Criticar aos outros por via Telefónica sabe bem. Mas tomar a iniciativa de fazerem alguma coisa nada. Além disso não tenho tempo gosto mais de fazer outras coisas muito mais importantes como a escrita e ajuda humanitária.

sábado, 13 de outubro de 2012

SEJA BENVINDO..

...Mesmo que a sua visita seja apenas de cortesia, pois sempre é favorável dar-vos a conhecer o meu trabalho; apesar de eu estar sozinho sentado em cima do pilar desta pagina, porque o chamado povo anonimo são preguiçosos e não fazem nada em prol de nós todos. Eu sou uma pessoa que ando de vez em quanto a viajar por caminhos que tranquilizam a minha alma, alem disso estou sempre ocupado.
Não quero estar parado agarrado ao computador, não quero estar um dia a doente por falta de movimento.
... Dê-me a grande honra de fazer escreverem suas ideias, um comentário aos meus escritos, ainda que negativo que forem, pois é errando que se aprende…
...e colabore comigo com o envio daquela fotografia que poderá dar melhor expressão ao seu e ao meu texto no futuro.
Se gostou desta página, sinto ter valido a pena abrir este Blog. Se não... Paciência! Não se pode gostar de tudo!
Com a amizade Pombo

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Navio, Quanza





Navio misto de 2 hélices

Construtor ... Blohm & Voss
Local construção ... Hamburgo - AlemanhaAno de construção ... 1929 Ano de abate ... 1968 Registo ... Capitania do porto de Lisboa, em 18 de Outubro de 1929, com o número 415 FSinal de código ... C S B Z Comprimento fora a fora ... 133,53 m Boca máxima ... 16,05 m Calado à proa ... 7,57 m Calado à popa ... 7,57 m Arqueação bruta ... 6.472,90 Toneladas Arqueação Líquida ... 3.916,83 Toneladas Capacidade ... 6.228 m3Porte bruto ... 6.230 Toneladas Aparelho propulsor ... Duas máquinas de triplice expansão, de 3 cilindros cada, construídas em 1929 por Blohm & Voss em Hamburgo - Alemanha. Três caldeiras, com 6 fornalhas cada, construídas em 1951 por Barclay & Curle, Lda, em Glasgow, Escócia. Pressão de regimen 15 K/cm2.Potência ... 4.500 cavalos Velocidade máxima ... 14,0 nós Velocidade normal ... 13,0 nós Passageiros ... Alojamentos para 108 em primeira classe, 120 em segunda, 90 em terceira e 214 em terceira suplementar, no total de 532 passageiros.Tripulantes ... 149 Armador ... Companhia Nacional de Navegação - Lisboa


http://cabodofimdomundo.blogspot.pt/2007/08/navio-quanza.html