Um Blog sem alimentar de teus
comentários. Não desenvolve, não batas com a porta diz tudo o que te vem à
cabeça
domingo, 19 de janeiro de 2014
sábado, 21 de dezembro de 2013
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
SOBRIOS E EFICIENTES
OLHA O FALCÃO NO NOSSO CRACHA
OLHA ESSAS CINCO COMPANHIAS
NOSSOS TROFÉUS:
NOSSO BATALHÃO
MEDALHA DE COBRE DE VALOR MILITAR COM PALMA
CRUZ DE GUERRA DE 3° CLASSE
CRUZ DE GUERRA DE 4° CLASSE
NÓS, SOMOS ESSE, FALCÃO
VOANDO PELOS CEU DE PORTUGAL
EU, QUERO
POIS EU SOU FALCÃO ESTAMPADO DE AMARELO
PINTADO QUEM FOI QUE TE PINTOU?
FOI UM GUERREIRO LOUCO,
LOUCO COMO SOMOS
NÃO É FACIL DE SER FALCÃO
NA TERRA NO CÉU
NO PEITO TEMOS O NOSSOS TROFÉUS.
C.J:Pombo
OLHA ESSAS CINCO COMPANHIAS
NOSSOS TROFÉUS:
NOSSO BATALHÃO
MEDALHA DE COBRE DE VALOR MILITAR COM PALMA
CRUZ DE GUERRA DE 3° CLASSE
CRUZ DE GUERRA DE 4° CLASSE
NÓS, SOMOS ESSE, FALCÃO
VOANDO PELOS CEU DE PORTUGAL
EU, QUERO
POIS EU SOU FALCÃO ESTAMPADO DE AMARELO
PINTADO QUEM FOI QUE TE PINTOU?
FOI UM GUERREIRO LOUCO,
LOUCO COMO SOMOS
NÃO É FACIL DE SER FALCÃO
NA TERRA NO CÉU
NO PEITO TEMOS O NOSSOS TROFÉUS.
C.J:Pombo
Espírito e coesão de equipe
Quando o espírito e coesão de equipe vence a batalha contra a deficiência. Aqueles soldados que pagaram caro por seu patriotismo provaram a sua determinação de vencer qualquer que seja o objetivo, sem nunca reclamar. Nunca desista, nunca desista, sem desculpas, é a missão ou não, período. Isto é o que faz com que nós, homens, desde os primórdios da humanidade.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
MÉDICO JOAQUIM ROQUE FALECEU ESTA SEGUNDA-FEIRA
Joaquim Roque, major do exército, foi durante vários anos um dos poucos médicos de família de Samora Correia, sendo muitas as histórias de consultas prestadas e não cobradas à população mais pobre.
A sua atitude benemérita valeu-lhe ser distinguido com a atribuição do seu nome a uma rua da localidade.O funeral de Joaquim Roque, avô do andebolista internacional português Nuno Roque, realiza-se esta quarta-feira de manhã em Samora Correia.
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Existem entre 400 a 600 sem-abrigo nas cidades de Lisboa e do Porto
Existem entre 400 a 600 sem-abrigo nas cidades de Lisboa e do Porto que foram militares no Ultramar e 1750 combatentes mortos cujas campas estão abandonadas e em risco de serem vandalizadas nas ex-colónias", denuncia Joaquim Coelho, que foi eleito, em finais do mês de junho, presidente da direção Movimento Cívico de Antigos Combatentes.
A nova associação de ex-combatentes foi apresentada nas Caldas da Rainha, mas tem a sua sede em Vila Nova de Gaia. Apresenta como grandes objetivos da sua atividade "dignificar os vivos e resgatar os mortos".
"A primeira iniciativa desta nossa associação é tentar agora saber ao certo quantos sem-abrigo vivem em grandes dificuldades no País e andam amargurados pelas ruas", revelou, referindo que um grupo de voluntários tem andado a fazer um levantamento no Porto e em Lisboa. "Embora haja associações que dão apoio aos sem-
-abrigo em geral, estamos preocupados com ex-combatentes nesta situação", alertou o líder.
-abrigo em geral, estamos preocupados com ex-combatentes nesta situação", alertou o líder.
O movimento procura também que sejam tomadas medidas rápidas para resgatar para Portugal os restos mortais dos combatentes que ficaram em África.
Assumindo a discordância com a Liga dos Combatentes, acusa esta instituição de "ter verbas do Ministério da Defesa para tratar do assunto e limita-se a exumar as campas abandonadas no interior do território e a trazê-las para as cidades, quando devia trasladar para Portugal os restos mortais existentes em campas devidamente identificadas e entregá-los às famílias".
A nova associação fala em "abandono dos cemitérios e destruição dos mármores das campas em Angola; e tráfico de ossadas em Moçambique". "Se não houver uma ação urgente, daqui a pouco não haverá nada para resgatar", lamenta Joaquim Coelho, que pretende que a Assembleia da República peça contas à Liga dos Combatentes.
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DEUS CRIOU O HOMEM... OS PORTUGUESES CRIARAM O MESTIÇO!
FILHOS DE EX-COMBATENTES PORTUGUESES NA GUINÉ DEIXARAM COROA DE FLORES, EM BISSAU, AO "PAI DESCONHECIDO"
GUINEENSES QUEREM TER A NACIONALIDADE PORTUGUESA!
Em 11 anos de guerra, que na Guiné começou em 1963, até à independência, em 1974, passaram por um país com o tamanho aproximado do Alentejo cerca de 200 mil homens portugueses.
Guiné-Bissau Militares Guerra Colonial
Um grupo de guineenses, que são filhos de ex-combatentes portugueses da guerra colonial com mulheres guineenses mas que não conhecem os seus pais, criou uma associação para defender o seu direito à cidadania portuguesa e a conhecerem os seus progenitores. Depositaram nesta sexta-feira, simbolicamente, uma coroa de flores “ao pai desconhecido” no cemitério de Bissau, informou o seu presidente, Fernando Edgar da Silva
GUINEENSES QUEREM TER A NACIONALIDADE PORTUGUESA!
Em 11 anos de guerra, que na Guiné começou em 1963, até à independência, em 1974, passaram por um país com o tamanho aproximado do Alentejo cerca de 200 mil homens portugueses.
Guiné-Bissau Militares Guerra Colonial
Um grupo de guineenses, que são filhos de ex-combatentes portugueses da guerra colonial com mulheres guineenses mas que não conhecem os seus pais, criou uma associação para defender o seu direito à cidadania portuguesa e a conhecerem os seus progenitores. Depositaram nesta sexta-feira, simbolicamente, uma coroa de flores “ao pai desconhecido” no cemitério de Bissau, informou o seu presidente, Fernando Edgar da Silva
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