sábado, 28 de janeiro de 2017

Batalhão de Caçadores Especiais 357, Angola 1962


Tropas de Intervenção


Caro Camarada Apreciei e aprecio, este teu trabalho digno, meritório e aberto a Histórias e á História. Lamento-me que as colaborações dos demais Camaradas, em especial os da CCE 307, não se manifestem, pelo menos comentando. Afinal foram parcelas das suas Vidas e dos seus viveres que ficaram nas Terras de Angola. De lá (Angola) não posso dizer nada. Ficaram-me dois anos de vida na Guiné... Parabéns pelo Espaço. Haja Camaradagem e partilhas de vivências. Abraços... também aos ausentes daqui. Santos Oliveira em Os objectivos deste Blog são...

domingo, 15 de janeiro de 2017

EU TE AMO

Eu te amo
Não te vás embora!
Não posso suportar
A nossa separação
Eu te amo!
Minha vida
Será amargurada
Tua ausência
partira o meu coração
Porque sei
Que eu ainda te amo
 Desculpa!
Os grandes senhores
Plantaram no meu cérebro
A agonia da guerra…
Não te vás embora!
Porquê meu amor!
Eu não quero ser assim!
Desta nossa desventura
Não te vás embora!
Porque eu te amo
 Não me abandones por favor
Pois sem a tua presencia
eu vou endoidecer
Porquê tanta dor, porquê!
A causas da guerra dá cabo do amor.
Sei que existem muitas mulheres
Só a ti é que eu amo
Dá-me a mão com muito amor
Vamos começar
Um amor mais puro...
A guerra o ciúme
Não são prisões eternas,
Tudo têm uma saída
Eu te amo
Letra > Carlos Marques de Pombal
Copyright "©"


 

Olá escuridão



Por essa floresta africana
Onde o perigo está escondido,
minha velha amiga
quantas vezes eu conversei contigo
para me protegeres, quantas vezes amiga
eu chorei!
Porque no sonho vi o inimigo
rastejando suavemente
Deixando algo enquanto eu estava dormindo
E esses sonhos horríveis foi plantada em meu cérebro
Em sonhos inquietos eu andei desempatado
em sonhos inquietos eu andei desempatado
Por picadas, florestas, cidades africanas, ruas estreitas
e largas de terra batida e alcatrão,
por onde eu andei.
Abandonado eu andei… por onde eu andei
Quando meus olhos foram esfaqueados
Pela luz nua eu vi!
Isso dividiu a minha mente da noite
E o clarinete tocou o som do silêncio
E na luz nua eu vi
pessoas, falando sem sons
Eu ouvia pessoas sem escutar
Eu em sonho de baixo duma lanterna
Escrevi este poema, faço deles uma canção.
Eu canto e ninguém ouve, ninguém escuta
A escuridão me disse são surdos e cegos
é como um câncer cresce
Ninguém ouve as minhas palavras.
minha velha amiga!
Dá-me a tua mão para poder te alcançar
Para que as minhas palavras caiem como pingos de orvalho
Sobre as multidões,
Pela manha a multidão estava branca
E as pessoas se curvaram e oraram
E o sinal disse
São palavras de iniciados
São escritas nas estrelas
E sua constelação
E sussurrou no som do silêncio
Carlos Marques de Pombal
Copyright "©"

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016



Nasci em maio mês dos manjericos e dos cravos,
 olhai para os manjericos,
e para os cravos vermelhos dos campos e jardins.
Nem nenhum politico se vestiu assim,
e nem cheirosos como o manjerico.
Minha glória nasci neste mês e vesti-me como um deles (flores)...eles...

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

Aleluia

Aleluia

Um soldado regressa a casaDe poes da guerraTraumatizado da guerra se salvou Seu filho doente se curou hoje ele, não tem trabalho hoje seu povo o repudia

Aleluia


Como ateu que conseguiu crer, e faminto hoje não tem de comer Ele defendeu a pátria está na miséria…Hoje doaram a uma igreja uma fortuna Jamais uma igreja quer saber dele A guerra nunca acabara E o mundo em fim, quer reinar a paz

Aleluia

Porque a norma será o amor não governar a corrupção… Se não o bom da alma pura irá embora Que deus nos proteja dum triste fim E para que um dia possamos nos compreender E acabe com tanto ódio

Aleluia

Carlos J. Pombo