quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Caçadores 5 em Lisboa

Centro de Instrução de Operações Especiais (CIOE)), sediado na Cidade de Lamego, é uma unidade territorial do Exército Português destinada a formar tropas na área das Operações Não Convencionais.
O CTOE engloba como sua subunidade, a Força de Operações Especiais, composto por unidades de operações especiais especializadas em acções directas e indirectas.

O CTOE foi criado em 16 de Abril de 1960, a partir do Regimento de Infantaria Nº 9, que havia sido transferido para Lamego em 1839, com o objectivo de formar unidades especializadas em contra-guerrilha, operações psicológicas e montanhismo. Para lá são enviadas companhias especialmente seleccionadas de vários regimentos que, depois de instruídas, são transformadas em Companhias de Caçadores Especiais. Essas companhias foram a principal força de intervenção do Exército Português, no início da Guerra do Ultramar.

Mais tarde foi, decidido deixar de formar unidades especializadas em operações especiais e passar a dar essa instrução a militares especialistas, que depois são distribuídos por todos os batalhões do exército.

Caçadores 5 em Lisboa também foi um Centro de Operações Especiais, o BCE 357 foi o ultimo batalhão a ser formado na área de operações, não convencionais. Mais tarde o Quartel foi dissolvido pela democracia contemporânea.

Sargento, Ribau da CCE 306

2 comentários:

  1. Meu Caro

    A Democracia contemporânea dissolve TUDO.
    Nesta Era, estão em processo de dissolução os Portugueses (sobretudo os verdadeiros)e de seguida irá a Pátria, a nossa Identidade, o País...

    Abraços

    SOL
    http://acordarsonhando.blogspot.com/

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  2. Diante do trono de Deus argumento-me como veterano de guerra esquecido em algures do Pais exposto ao sol, no pensamento escalando as montanhas do meus sonhos, como se nunca fosse dar de cara com meu semblante. Onde foi que eu errei para que o estado me abandonasse assim, onde foi que o povo se esqueceu de tudo que aprendeu. Onde foi que trocaram amor pelo ódio mortal, matas incendiada destruído o oxigénio que nós respiramos. Onde, foi que nossa natureza maléfica corre em fúria pelo rio abaixo e nunca mais parou de galgar a terra. Deletaram memórias preciosas que em outro tempo faziam justiça. Olho ruas, casas, carros e nem vejo mais seres humanos, as ruas e jardins públicos floridos pela alegria livre de viver permutou-se superfícies que engolem os tradicionais. O comércio livre das grades e portões eletrônicos. A distância entre as pessoas é enorme pela desconfiança, cordas invisíveis que dominam o povo muros e arame farpado que dividem terrenos, de posse e vaidade, leio e penso sobre artigos para desviar as atenções do povo para que ele não se aperceba da crise, que em nada mais condiz com o tempo em que se criou e que se esconde atrás da realidade.

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